quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Essa é uma pesquisa séria realizada por um grupo de estudos da FGV, que tem como objetivo ampliar e atualizar os conhecimentos sobre o Mercado Brasileiro de Aquarismo. Seus resultados proporcionarão um relatório de conhecimento geral e valioso para o segmento. Compartilhem o link, quanto maior o número de respostas mais precisos serão os resultados.
Podem ficar tranquilos que não é virus, ok?
Tempo estimado : 3 minutos

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

日本庭園 Jardim Japonês: JARDIM DE CERIMÔNIA DO CHÁ (ROJI)

日本庭園 Jardim Japonês: JARDIM DE CERIMÔNIA DO CHÁ (ROJI): Beber c há é um costume que foi introduzido no Japão no século IX, inicialmente de forma medicinal. Nessa época, o chá era considera...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

A História dos Jardins Japoneses

Não há dúvida de que os japoneses têm um extraordinário senso de estética. Isto é evidente a partir de seus tradicionais e coloridos kimonos de seda, sua tendência em design de roupas modernas, as artes teatrais estilizadas de Kabuki, Noh e Bunraku e seus arranjos elegantes e simples, tais como o ikebana floral. 
Mas talvez esse sentido de estética não seja mais evidente em qualquer outra forma de arte, quando o assunto  é jardim japonês. A abordagem simples e minimalista, embora pareça restritiva em espaços compactos, desmente essa impressão com  resultados graciosos, fazendo do jardim japonês um lugar perfeito para contemplar a "existência da natureza" e a "natureza da existência". 
Para o visitante casual, um jardim japonês pode parecer apenas "um lugar bonito". Mas com apenas um estudo rudimentar, seus aspectos mais secretos são revelados, proporcionando uma apreciação mais completa do todo.
Jardins japoneses estão enraizados em duas tradições: uma tradição, nativa e pré-histórica em que trechos de floresta de cascalho ou praias de pedrinhas foram dedicados aos Espíritos da Natureza e uma tradição da China, que incluía elementos como lagos, riachos, cachoeiras, composições em pedra e uma imensa variedade de vegetação.Vamos nessa abordagem traçar o desenvolvimento e a mistura dessas duas tradições, bem como a inclusão de novas funcionalidades que permitiram aos jardins japoneses alcançar novos patamares de sofisticação.


Pré-histórico                                                                                 

O elemento precursor do jardim japonês foram as zonas santificadas - "os solos sagrados" -  claramente distintos do espaço normal ao seu redor por serem formalmente demarcados e respeitados. Estas áreas eram simples agrupamentos de pedrinhas (cascalho) , criados para cerimônias em honra aos espíritos que acreditava-se terem vindo do céu ou do outro lado do mar. Esses agrupamentos de pedrinhas, mais tarde evoluíram para os pátios de cascalho associados com casas de lideres religiosos e santuários xintoístas.

Nara Período (645-794)

Projetos de jardins formais foram introduzidos da China junto com o Budismo no século VII. As principais características destes jardins incluíam um lago com ilhas e agrupamentos de rochas.Estes jardins foram fortemente influenciados por seus protótipos chineses. Os jardins da Era Nara não existem mais, mas algumas pinturas ilustram sua concepção. Escavações recentes desenterraram perto de Nara uma prova da existência de um jardim com estilo de rio. Este estilo de jardim, caracterizado por um córrego sinuoso, permeado por afloramentos rochosos que culminavam ao final do seu curso em um lago. Nessa época, os jardins orientais desempenhavam um papel secular. A nobreza, com a ajuda de artesãos e jardineiros, construía elegantes jardins que caracterizavam ambientes para prazeres refinados.Muitas vezes, extensos em tamanho, estes jardins  demonstravam que a arte do projeto de jardim japonês já havia alcançado um nível de sofisticação admirável.

Período Heian (794-1185)

Como o contato e a influência chinesa foi limitada durante este tempo, o projeto dos jardins japoneses evoluiu de acordo com os gostos e valores da cultura japonesa, . Os  lagos que eram  inicialmente um componente menor, eventualmente tornavam-se uma característica dominante. Muitos lagos de jardim foram usados ​​para navegação de recreio em barcos com estilo chinês.                                                                                                                                  Jardins foram construídos em torno dos edifícios da corte imperial pelos aristocratas. Os jardins representavam o Paraíso e as delícias da vida na corte, principalmente para aqueles que ficavam do lado de fora. Os componentes dos jardins serviram tanto para fins funcionais e ostensivos quanto simbólicos. Rochas, árvores e plantas podem ajudar a apoiar um banco de barro. Mas, ao mesmo tempo, uma pedra, um conjunto de plantas ou uma ilha podem trazaer significados baseados nas lendas e simbologias existentes naquela época. Por exemplo, uma ilha em forma de tartaruga simbolizaria uma vida longa. Agrupamentos de rochas e plantas poderiam evocar referências poéticas para lugares famosos do Japão, como Matshushima. Para o observador culto, conhecedor de literatura e filosofia, os jardins eram um portal para lugares reais e míticos, bem como lugares distantes e próximos.                                                                                                                                        Durante o século XI, uma compilação de princípios de jardinagem apareceu na forma de um livro chamado Sakuteiki. O Sakuteiki é o mais antigo documento escrito conhecido sobre  jardinagem no Japão, contendo técnicas de jardinagem para constituir lugares que visavam o deleite da aristocracia do Japão.

Período Kamakura (1185-1333)

Duas doutrinas dominaram o período Kamakura, o culto aos Samurais e o crescimento do Zen Budismo como uma doutrina de orientação para monges e guerreiros. O Zen Budismo exerceu profunda influência  sobre as artes e a cultura japonesa, bem como as nobres técnicas de jardinagem  também se renderam à influência Zen.

Jardins evoluíram de área de lazer para alguns privilegiados até o status de algo mais profundo e significativo. O Pensamento Zen propôs o jardim como um auxílio à meditação - um ambiente de interiorização e meditação. Inicialmente, durante o início do Período Kamakura, os jardins ainda apresentavam muitas características construtivas do Período Heian, no entanto, ao longo do tempo, os jardins começaram a refletir diversas mudanças, impulsionadas pelo pensamento Zen. Um bom exemplo disso é o jardim de Tenryu-ji, construído em 1270. Este jardim inclui um grande lago situado no sopé de uma colina consistente com o estilo das Cortes  Heian. No entanto, os afloramentos de rochas ao redor da lagoa são decididamente mais verticais do que seus antecessores que buscavam a horizontalidade.                                                                       Durante o período Kamakura, a corte imperial perdeu popularidade, devido à sua baixa popularidade junto ás camadas mais pobres e deu lugar à nova classe guerreira (os Samurais). O Zen ensina uma filosofia de austeridade, com desejos simples e metódicos, onde a opulência da antiga nobreza pouco importava. A impotência da corte imperial em Kyoto representou claramente a fraqueza criada por sua própria extravagância e ostentação. Em consonância com o pensamento Zen, a partir do século 14, o número de materiais utilizados nos jardins diminuiria sensivelmente em comparação aos extravagantes jardins de prazer secular criados pela nobreza da Era Heian. O objetivo principal desses jardins Zen que buscava a simplicidade em seus elementos era o de auxiliar à Meditação.

Período Muromachi (1392-1573)

O período Kamakura viu a ascensão dos clãs Minamoto e Hojo, que estabeleceram um Shogunato em Kamakura, perto de Tóquio. No entanto, devido aos problemas econômicos, as alianças entre facções opostas de políticos e militares e a própria decadência ocorrida dentro desses clãs fez com que perdessem o controle do Japão, pouco tempo depois de tê-lo assumido. E no final do século 14, a base de poder mudou mais uma vez.                                   O clã Ashikaga acabou cedendo o governo Kamakura aos novos governantes que regressaram a Kyoto.Junto com essa mudança de poder,ocorreu outra mudança na estética do jardim. O período Heian, em homenagem às glórias do passado, promoveu o apogeu da arte e da cultura japonesa. Ao mesmo tempo, a simplicidade do jardim Zen atingiu o seu auge. A evolução e a popularidade resultantes da cerimônia do chá influenciaram na existência de jardins que configuraram-se em verdadeiros  retiros do mundo cotidiano. Se restrito a rochas e areia, ou com direito a maiores ostentações em seus elementos, os jardins do período  Muromachi produziram algumas das formas mais originais de jardins de todos os tempos, incluindo os jardins passeio, os jardins secos e os jardins de chá.


Os Jardins de Passeio
Enquanto que os Jardins Zen eram projetados para facilitar a meditação, obrigavam o observador comum a permanecer do lado de fora do jardim. Os novos Jardins de Passeio Muromachi,  eram muito mais  parecidos com seus antecessores do período Heian, voltando a trazer os telespectadores para o jardim em si, em vez de confiná-los a uma simples varanda. O Jardim Muromachi não deveria ser observado de um único ponto e sim explorado, atravessado, inalado, ouvido e apreciado de muitas maneiras diferentes.Juntamente com as paisagens ricamente plantadas, este projeto surgiu como uma forma de jardim principal. Dois dos melhores exemplos de  jardim do período Muromachi são Kinkaku-ji (Pavilhão de Ouro) e Ginkaku-ji (Pavilhão Prateado).
Os Jardins Secos (ou Jardim Zen)
Em contraste com a diversidade de materiais empregados nos jardins de passeio, encontraremos a simplicidade do jardim Zen seco. Enquanto os jardins secos já existiam anteriormente, ao longo dos séculos, muitos dos jardins hoje considerados os melhores representantes da estética Zen, são um produto desse período.
Ryoan-ji
Ryoan-ji
Durante este período, muitas ordens  religiosas estenderam seu tamanho e influência, agrupando várias sub-templos sob a jurisdição de um abade único. Os recintos murados eram normalmente pequenos, com pouco ou nenhum espaço para o crescimento. Embora o espaço para jardins fosse pequeno, poucas formas de jardim  podem rivalizar com o jardim seco, por seu senso de universalidade entre quatro paredes. Ryoan-ji e Daisen-in (um templo de sub-Daitoku-ji), são os principais representantes deste tipo com a sua areia/cascalho precisamente delineada  e pedras agrupadas de forma dinâmica e intrigante.

Tea Gardens

Acompanhando a crescente popularidade da cerimônia do chá, desenvolveu-se um jardim com vistas a aprimorar essa experiência. A princípio, apenas um quarto de uma casa ou templo foi dedicado à cerimônia, mas com o tempo esse quarto tornou-se uma casa isolada. O jardim de chá, ou roji, diferia de outros jardins na medida em que conduzia ao ritual do chá. Era portanto um veículo que transmitia mais do que uma paisagem elaborada, por si só. O roji conduzia os convidados, após um dia de trabalho à cerimônia do Chá. Esse jardim apresenta conceitos  mais formais e elaborados, que revelam a complexidade da aparente simplicidade de elementos estruturais, que conduzem os convidados à Casa de Chá.

Do período Edo (1600-1868)

O Período Edo marcou outro estilo de governo, que dessa vez, ao contrário de outros governos militares, chegava para ficar. Depois de um Japão unificado, Tokugawa Ieyasu e seus sucessores promulgaram leis, formas de política e cultura que consolidaram definitivamente o seu controle sobre o Japão. Eles criaram uma organização social semelhante a dos antigos senhores feudais do Japão.                                                                                                                                               Mais uma vez, os designers de jardins do período Edo viraram um olho para o passado.Usando o período Heian e seus jardins paradisíacos como base, os jardins do período Edo mantiveram a tendência de envolver os participantes no jardim, enquanto que algumas vezes, manipulavam os participantes usando novas técnicas criando os efeitos desejados, incluindo abordagens diagonais, a técnica de "esconder e revelar" e shakkei ( a técnica de tomar emprestado um cenário fora dos limites do jardim).

Abordagens Diagonal

Ao contrário dos componentes de um jardim ocidental, que são abordados frontalmente, os componentes do jardim japonês deste período foram abordados obliquamente, ou na diagonal.Quando vistos dessa forma, dentro do jardim, os componentes parecem menos um destino e mais uma característica da paisagem. O jardim de Versalhes, criado durante este período, é um exemplo de projeto do jardim usando linhas retas e geometria exata ao extremo.Este estilo de jardim manifestou o poder do rei sobre a Natureza e as pessoas. O modelo da Natureza nos jardins japoneses desta época foi a própria Natureza.


Esconder e Revelar

Esconder e revelar a atenção fixa sobre um item como um estágio em procissão contínua.Ao invés de seguir uma linha reta, o caminho vira; primeiro à esquerda para apreciar uma árvore, depois a direita para vislumbrar um agrupamento de rochas que termina num lago espraiado. Uma colocação irregular de pedras  no caminho obriga os convidados a olharem para baixo para verem os seus passos. E quando eles olham para cima, uma nova visão se desdobra.Montanhas, cercas ou árvores e outros itens que propositalmente foram adicionados ao jardim para bloquear a visão de uma determinada área do referido jardim até que o observador se mude para o ponto de visualização seguinte.


Cenário Shakkei ou Emprestado

Shakkei, ou Cenário Emprestado,foi usado durante o período Edo, com resultados dramáticos, apesar de sua base enganosamente simples. O jardim ocupa o primeiro plano da vista. Cercas podem surgir repentinamente no solo obstruindo a visão de uma casa ou outras características inadequadas a fim de efetuar uma transição suave do primeiro plano para os recursos do fundo. O pano de fundo distante é incorporado ao projeto do jardim quase como se tivesse sido criado para esse fim exclusivo, fazendo o jardim parecer maior. Em outras palavras, os designers do  jardim japonês utilizavam a perspectiva, assim como os pintores do Renascimento na Europa.


Tempos Modernos  
Depois da guerra, os programas 

governamentais foram
criados para reconstruir a indústria e a 

habitação, deixando
pouco financiamento para fins recreativos. 

Designers de
jardim do pós guerra, tinham poucos materiais para trabalhar.
Mas muitos fizeram o melhor que podiam em cada situação.
Um exemplo perfeito disso é a Tofuku-ji.
fonte: www.samuraitours.com
Posted on October 21st, 2011 by mike

A seguir, baseados nos conceitos de Iwagumi (antiga arte
oriental de colocação de pedras em jardins japoneses), que
atualmente também é utilizada por Aquaristas experientes
que seguem o estilo Nature Aquarium, postamos algumas
imagens que demonstram  diversas formações 

rochosas utilizadas durante o processo de formação 

e crescimento
da técnica de montagem de Jardins Japoneses.
fonte das imagens - domínio comum - Internet


Material traduzido e adaptado por Aquablog.

Espero que tenham gostado.

Seu Editor Aquablog.





O Jardim Japonês e seus Significados

Efeitos estéticos repletos de significados, num lugar onde reinam a paz e a harmonia, integrando o homem ao universo através das formas da natureza. Plenos de mensagens, os jardins japoneses expressam a eterna busca da perenidade, convidam à reflexão e estimulam a espiritualidade. 

Jardim Japonês - Pesqueiro Maeda - Itú - SP - Brasil - foto de Chantal Vagner

Seus preceitos orientam o povo do Sol Nascente e a cada dia ganham espaço nas residências ocidentais. Executados em grandes áreas, ou até mesmo em cantinhos restritos, os jardins japoneses abrigam setores ligados entre si, cheios de simbologias e princípios filosóficos baseados no conceito de Yin (feminino) e Yang (masculino). 
Miyazu Japanese Garden - fonte: travelblog.org

De visual leve e preciso, combina com arte, plantas, pedras, água e a luz do sol, sugerindo repouso e meditação. O ponto de partida é reproduzir a natureza, miniaturizando seus elementos, seja pela disposição das plantas, seja pelas formas de pedras e lagos. 
Logo à entrada, mesmo em um pequeno canteiro, estão contidas diversas representações. 
As plantas com flores perfumadas, como pitospóros e magnólias, simbolizam o irashai (seja bem-vindo). 

Pittosporum tobria - fonte: ag.arizona.edu 
Magnólia kobus - fonte: http://www.colormagicphotography.com


Afastando os "maus espíritos" as nandinas, que evitam a proliferação de bactérias, são geralmente colocadas a sudoeste, onde há maior umidade. 


Para completar o cenário, aparece a família, encarnada por pedras ou plantas. Uma pedra grande ou um pinus pode ser o mestre do jardim, representando o pai. Ao lado, uma pedra menor ou uma azaléia simboliza a mãe. Os filhos aparecem nos bambus plantados bem próximos aos dois. Se houver espaço, é possível que parentes próximos e amigos estejam presentes nos talos da ráfis. 
Jardim Japonês Edogawa - Sydney - Austrália - fonte:http://www.sydneycharterbus.com.au/index.php?p=1_72

Pinheiros maiores, que agem como guardiões da casa, protegem a família toda. Um corredor cercado por heras e podocarpus saúda os visitantes bem-vindos, que caminham sobre pedras irregulares formando uma linha sinuosa. O percurso deve ser feito lentamente, para uma observação demorada de cada elemento. O objetivo é isolar o mundo exterior, favorecendo a interiorização.
Pinheiros - Jardins Japoneses   fonte: http://www.japanesegardensinnewyorkandnewjersey.com
O fim do corredor é marcado por uma pedra côncava que abriga a água corrente que passa por ela, anunciando a proximidade do interior do jardim e convidando os visitantes a lavar as mãos: os maus espíritos não resistem à força da água.
 Tsukubai (bacia para lavar as mãos Jardim Japonês)   fonte: www.visualphotos.com


Recoberto com zoyzia (grama japonesa), íris e dicondra, o chão se compõe de relevos e nuanças. O efeito provocado pelo conjunto é sinestésico. Essa atmosfera anula as tensões e permite ao visitante do jardim desfrutar da companhia da família que o hospeda, já retratada pelos símbolos. Detalhe: quando o pai for representado pelo pinus, este deve apresentar torções dos galhos, obtidas com podas. O importante é manter o pai sempre em evidência, num local ensolarado.
Saiho-Ji - Kyoto - Japão  fonte: http://photos.gardenweb.com

A ambientação conta ainda com as lanternas japonesas, chamadas toro, feitas com cimento, granito ou entalhadas em pedras. A colocação deve obedecer à disposição triangular, formando os pontos chin (mestre), soe (terra) e tal (céu), representando a trindade. Essa simbologia pode aparecer com pedras ou plantas também. A representação da sagrada torre de pedra, o gorin-no-to, que simboliza o céu, o vento, o fogo, a água e a terra, serviu para o desenvolvimento do desenho do toro e de outras formações com pedras, onde a base retangular representa a terra, o triângulo o céu e o círculo, entre os dois, o homem. Os antepassados também aparecem no jardim japonês, nos troncos de árvores fincados à beira da água, que corre para formar um tanque com carpas, que, com seu intenso colorido, traduzem a sorte e a felicidade. 

Torô ou lanterna de pedra - fonte: www.yourdiscovery.com    Credits: Nature's Best Photography

O tanque, que representa o mar interior, se localiza no centro do jardim. Para abastecê-lo, a água corrente vem de uma cascata que fica no leste, no oriente. O escoamento é feito para o oeste, ocidente, para onde são levadas as impurezas. Pontes devem aparecer sobre a água, refletindo a busca de caminhos superiores, acima de todas as coisas.

Jardim Japonês Maeda - Itú - SP - Brasil - Ponte, cascata e Nishikigois - foto: Chantal Wagner

Outra figura simbólica importante é a representação em pedras ou terra do monte Sumeru, o centro do mundo, segundo a tradição budista. Um fator a ser levado em consideração é o uso de plantas de crescimento lento, para que o jardim permaneça com a mesma aparência, numa demonstração de perenidade, como se ele estivesse ali há milênios.


Meijetsu-in Temple Kamakura - Representação do Monte Sumeru (o centro do Mundo) - fonte: wikipedia

Algumas plantas devem ser evitadas nesse jardim, segundo a tradição japonesa. Por ter flores que caem inteiras, significando cabeças decepadas, a camélia não aparece nas casas dos samurais. A cerejeira, árvore-símbolo do Japão, também fica ausente, pois suas folhas caem facilmente, representando perdas e modificando visualmente o espaço. Mas nada impede que sejam plantadas do lado de fora da entrada do jardim.


Camelia japonica fonte:  http://ameliapalmela.webnode.com
Todo o espaço, quando necessário, pode receber cercas de bambu com amarrações. Altas ou baixas, fechadas ou com frestas, elas protegem de forma harmoniosa, sem se chocar com a ambientação.


Credits: By Jim Grandy - www.thebambooman.com
As pedras têm grande importância nos jardins japoneses, nos quais são usadas às toneladas. Os formatos mais comuns são os arredondados, sugerindo a ação de desgaste pelo tempo. Dispostas de forma casual, compondo montes ou trilhas, as rochas foram utilizadas pelos monges japoneses para compor todo o jardim, abolindo o uso das plantas. Esses jardins compostos apenas por pedras são típicos de mosteiros Zen e Xintoístas, e exploram uma combinação de matizes e formas minerais.
Karesansui - Traditional Japanese Garden with rocks, pablles and Sand   fonte: http://dreamfuninterior.com

créditos do artigo:  http://www.paisagismobrasil.com.br

Espero que tenham gostado.

Seu Editor Aquablog.


sábado, 31 de dezembro de 2011

Introdução aos cinco estilos de Jardins Japoneses

As pessoas têm transformado a natureza em jardins (em inglês) há milhares de anos. Em nome da jardinagem, elas modificam flores e forçam o cruzamento de plantas a fim de criar híbridos que nunca existiriam. Os jardins japoneses, entretanto, são diferentes dos jardins ocidentais comuns que são cheios de flores e plantas. Ao contrário dos elaborados jardins de tulipas de Keukenhof, Holanda, ou do meticuloso Rose Garden (em inglês) da Casa Branca, os jardins japoneses tendem a deixar mais para a imaginação e representam a natureza como ela é. Eles valorizam até aquelas árvores de galhos torcidos e deformados e não se incomodam com as pedras irregulares.


 Roger Viollet/Getty Images 
Jardim japonês situado na base do Monte Fuji, a montanha mais alta do Japão
Simples e deslumbrantes, os jardins japoneses possuem muitas variedades. Muitas pessoas conhecem os chamados jardins zen (mais precisamente chamados de jardins de rochas japoneses), mas não conhecem os outros estilos de jardins japoneses. Isso é ruim, pois os jardins japoneses tentam inspirar a serenidade e a introspecção ao incorporarem elementos simbólicos e naturais. Nesse artigo, você conhecerá cinco estilos de jardins japoneses que podem auxiliá-lo a conquistar um pouco mais de paz interior.
Continue lendo para conhecer os jardins que algumas pessoas acham parecidos com o paraíso na Terra:

1 - Jardins do paraíso

Os chineses introduziram os jardins no Japão durante o século 6. Como resultado, os primeiros jardins japoneses exibiam uma forte influência da porção jodô-budista da China. Essa religião ensina que é garantido um lugar na Terra Pura (um tipo de paraíso antes da iluminação) aos seguidores que entoarem o nome de Buddha Amitabha. A Terra Pura não era uma idéia intangível para os japoneses, mas a realidade física completa com lindos pavilhões e lagos cheios de flores de lótus, onde os imortais flutuam em barcos.

Sam Clemens/Getty Images
Kinkaku-ji, ou Pavilhão Dourado, foi modelado de acordo com uma impressionante construção de dois andares que fez parte dos jardins do paraíso mais antigos do Japão, a Saiho-ji

Em parte devido ao agito civil do Japão na época, os japoneses abraçaram fortemente a idéia da Terra Pura e tentaram emulá-la com os jardins do paraíso. A aristocracia construiu a maioria desses jardins, que se espalharam por vários acres, mas alguns camponeses criaram seus próprios projetos em uma escala menor. Como esses jardins simbolizam o paraíso, eles costumam ser mais opulentos do que os outros estilos de jardins japoneses.
O típico jardim do paraíso possui uma ilha no meio de um lago para representar a salvação futura e uma ponte arqueada conectando a ilha com o resto do jardim para representar o caminho que se deve percorrer para alcançar essa salvação. Embora restem poucos jardins do paraíso originais, muitos pavilhões japoneses atuais são modelados de acordo com as construções que um dia embelezaram o território.
Enquanto a porção jodô do budismo começava a perder o seu apelo e era substituída pela porção zen-budista, os jardins japoneses se tornavam menos luxuosos. Continue lendo para saber mais sobre esses jardins mais simples.

2 - Jardins de chá

Os jardins de chá do Japão surgiram quando os monges zen trouxeram para o país o ritual de beber o chá em pó a fim de diminuir a sonolência durante a meditação. A cerimônia do chá era um evento formal em que as folhas de chá eram colocadas no chão e maceradas em um caldo amargo que as pessoas compartilhavam em uma tigela comunitária.


 Panoramic Images/Getty Images
As casas de chá se misturam com o ambiente e são acessadas por um caminho que simboliza a jornada para um estado mental mais pacífico
Os jardins (em inglês), feitos para evocar as qualidades da solidão e do envelhecimento, são construídos com materiais simples e rústicos a fim de manter a harmonia com a atmosfera e estão centrados na casa de chá cerimonial. Feitas com materiais naturais, as casas de chá se misturam com o ambiente e são acessadas por um caminho que simboliza a jornada para um estado mental mais pacífico. Os convidados entram na casa de chá através de uma porta baixa construída assim para torná-los humildes logo na entrada.
As casas são circundadas por um jardim externo onde os participantes aguardam o início da cerimônia e um jardim interno sagrado onde a entrada não é permitida, mas apenas a observação e a contemplação do lado de fora dos muros. Essa série de pequenas áreas do jardim de chá é designada como parte do processo de preparação da mente dos convidados para a cerimônia. O jardim externo contém uma bacia de água para que as pessoas se purifiquem dos pecados, um banco para descanso e lanternas especialmente designadas.
Se você prefere o seu jardim livre de estruturas feitas pelo homem, então vai querer ler sobre os jardins naturais no próximo tópico.

3 - Jardins naturais

Os jardins naturais são um dos estilos mais simples de jardins japoneses. Eles raramente utilizam ornamentos como laternas e estátuas, e no lugar depontes, os jardineiros freqüentemente dispõem algumas pedras planas que cruzam qualquer porção de água. Os jardins naturais tentam copiar uma cena de floresta o mais fielmente possível. Os projetistas acreditam que a sensação de se estar na floresta e a solidão que a acompanha incentiva o pensamento profundo e a paz mental.
 Martin Ruegner/Getty Images
 Os jardins naturais dão a sensação de se estar dentro de uma floresta

Os jardins naturais geralmente são totalmente cobertos por suas muitas árvores não-aparadas. Normalmente eles são cheios de plantas de sombra(em inglês), como as samambaias (em inglês), o bambu e as azaléias (em inglês). O musgo é freqüentemente utilizado como a principal cobertura do chão. A abundância de plantas verdes e a cobertura das árvores fazem com que esses jardins se pareçam com uma tela verde entrelaçada por correntes de vento. Nesses jardins, os caminhos não são desenhados ou pavimentados, mas formados a partir de uma substância natural como o barro, que os faz parecerem inexplorados. Embora estejam muito próximos da civilização, esses jardins são projetados para fazer você se sentir em meio a uma floresta.

4 - Jardins de passeio com lago

Os Jardins de Passeio com Lago do Japão são nomeados precisamente: eles possuem um lago ornamental como parte central e um caminho que meandra a periferia do jardim. O caminho pode se ramificar em muitos lugares para dar acesso aos locais de contemplação. Esses caminhos alternativos podem levar a uma paisagem verdejante ou à beira do lago e as suas existências permitem que você tenha algum controle sobre a sua experiência. Como os jardinsnaturais, os jardins de passeio com lago apresentam uma variedade de plantas dispostas pelos caminhos para uma visão prazerosa. As plantas comuns incluem a íris(em inglês) japonesa e o salgueiro-chorão(em inglês).
 PagGlowimages/Getty Images
 Uma ponte arqueada passa sobre o lago de um jardim de passeio

Esse tipo de jardim também incorpora vários objetos construídos pelo homem, diferente dos jardins naturais, que tentam replicar a natureza o mais fielmente possível. Junto dos bancos posicionados em pontos estratégicos do caminho para incentivar as pausas, você pode ver a escultura de uma garça pescando em uma passagem ou um sapode bronze tomando um banho de sol. Além disso, você pode observar grandes rochas na água representando uma grande garça azul ou uma tartaruga, simbolizando que ambas lhe desejam uma vida longa. Olhando na direção do lago, você verá pontes arqueadas que cruzam o lago em várias áreas. Na água, você poderá observar algumas carpas japonesas nadando entre os lírios.

5 - Jardins zens ou jardins de pedra

Os jardins zens ou jardins de pedra fazem um total contraste à profusão de verde dos jardins naturais e à abundância de água dos jardins de passeio com lago. Os jardins de pedra possuem pouca vegetação, com pinheiros negros que servem como fundo.
 Peter Samuels/Getty Images
 As ondulações ao redor dessa pedra servem para simbolizar as ondas do mar desse jardim de pedra

Nos jardins de pedra, a ondulação do mar é feita com uma grande extensão de areia ou finos pedregulhos rastelados. O mar é rastelado nas beiradas para imitar o padrão das ondas na faixa de areia. Para acrescentar a aparência de um mar vasto, os jardins zens ou jardins de pedra possuem "faixas de areia" de pedras e seixos, assim como "ilhas" de vegetação. Às vezes, as pedras da área de rastelamento são posicionadas de tal maneira que possam sugerir uma parábola familiar ou uma história.
Como vários dos outros jardins, os bancos são colocados em pontos particulares para a contemplação e o descanso. Muitos jardins zens ou jardins de pedra são observados a partir das beiradas e quase nunca possuem caminhos que cruzam a área de rastelamento.
Créditos do artigo: Jennifer Horton.  "HowStuffWorks - Cinco estilos de jardins japoneses".  Publicado em 04 de abril de 2008  (atualizado em 25 de agosto de 2008) http://casa.hsw.uol.com.br/jardim-japones5.htm  (31 de dezembro de 2011)
Faço votos que tenham gostado da matéria. Postei-a aqui por achar seu conteúdo relevante.
Seu Editor Aquablog








quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Tung Shoi Street – O Paraíso dos Aquariofilistas - Reportagem fotográfica


Hoje o Aquablog traz para vocês um documentário fotográfico realizado há pouco mais de 1 ano, por ocasião de uma viagem que fizemos à China em visita a uma feira de produtos para Aquariofilia em Guǎngzhōu, acompanhado pelos amigos Denis Kon, Marcel Kon e Eiti Yamasaki a quem devo o crédito das fotos.
Durante essa viagem tivemos uma breve passagem em Hong Kong,onde encontramos alguns de nossos parceiros comerciais e aproveitamos também para passear e relaxar um pouco. 
Dessa forma, como não poderia deixar de ser, fomos conhecer a tradicional Tung Shoi Street, onde pudemos encontrar centenas de lojas especializadas em  Aquariofilia, com uma diversidade absurda de peixes e produtos a preços bem baixos.Essa rua fica localizada entre a Rua Contorno e Rua Dundas em Mong Kok , Kowloon, Hong Kong .
Essa rua é também conhecida como o “Mercado do Goldfish”, por razões óbvias. Vamos conhece-la?

Bom pessoal...para quem não me conhece, esse sou eu...
E esse é  o amigo Eiti Yamasaki em frente a placa que dá nome a Rua.
Visão Geral - Tung Shoi Street - ou Mercado do Goldfish (centenas de lojas de aquários).
Visão Geral - Lojas (algumas são mais elegantes)
As lojas, de uma maneira geral possuem amplo estoque de produtos e estão geralmente apinhadas devido ao grande número de mercadorias a venda.
Devido às pequenas dimensões (o metro quadrado em Hong Kong é caríssimo) - as lojas costumam exibir seus estoques de peixes e plantas em pequenos aquários super lotados ou pré embalados em sacos plásticos  - (refazem as embalagens todos os dias) - e muitas vezes esses sacos plásticos ficam expostos na calçada mesmo. O que mais me impressionou nisso tudo foi a beleza e vitalidade dos peixes expostos, tendo em vista as péssimas condições de armazenamento.
Mais peixes expostos em sacos (dessa vez dentro da Loja)
Mais peixes expostos em sacos
Reparem na vitalidade e belíssima cor dos peixes, embora estejam embalados em pequenos sacos plásticos. Isso me impressionou bastante.
Mais peixes...
E por falar em peixes bonitos, vejam esses discos...
E que tal esse Aruanã?
E esse Cara aquí
Kinguios....
e mais kinguios...
Belíssimos...
O amigo Denis Kon posando ao lado de dois Aruanãs de quase 1 metro de comprimento.
Discos...
Discos...
 Trocentos kinguios....
Alguém aquí já ouviu falar em super lotação?
E voltemos aos Discos...
Discos....
E mais Discos...
É Disco que não acaba mais...
Disco bagaray....rsrsrsrs
Mais Discos...
Discos...
Simpatia...

Beleza....
Distinção...
Elegância...
Personalidade...
Pesado, mas voa....
Exclusividade...
E para nos alegrar mais ainda, percebemos que nem só de peixes vive a Tung Shoi Street - pois diversas outras surpresas ainda estavam reservadas. Vejam:
Esses Carinhas fizeram até pose pra sair na foto...
O preço também impressiona bastante ...imaginem que 1 dólar de Hong Kong equivale a aproximadamente a 0,21 centavos de real, de forma que o peixe da foto custa algo em torno de 1,26 reais...
Desse jeito dá até vontade de virar Aquapaisagista, não acham?
Ainda mais quando se pode comprar plantas como essas por uma verdadeira bagatela...
Madagascariensis (lá é mato!!!)
Feia, né?
E essa Anúbias horríveis então...nem quís trazer!!! rsrsrs
1 real cada ? Alguém se habilita?
Essas também estavam em promoção ...reparem que o carpete já vem pronto (você só forra o chão do aquário)...pra que esperar fechar o carpete, se vc. pode comprar ele pronto, não é mesmo?rsrsrsrs
Mais algumas plantinhas...
Lá tem algumas pedrinhas interessantes também...para saber o preço do quilo em reais basta multiplicar por 0,21.
Agora, pensando bem...até que eu gostaria de ter um desses....
O que vocês acham?
E camarão...alguém curte?
O Eiti eu sei que curte....rsrsrs!!!!
Também, não é pra menos, né?
Você não curtiria?
Lagosta também...
Como não gostar???
Como não querer?

Estranhos, verdes objetos de desejo....
Muita gente gosta....

Tem gente que adora!!!
Seria amor à primeira vista?
Bichinho legal!!!!
Adoráveis Répteis....
Vai me dizer que você não achou bonito?
Eles fazem pose pra foto?
Ou será que são meio bagunçados mesmo?
Tô vendendo? Alguém quer ? Só que tem que retirar lá em Hong Kong....
Alguém se dispõe?
Tudo tão fácil, tão baratinho....
Oferta do dia - salamandras - 1,00 real cada.
Demais, não acham?
Original eu tenho certeza que é!
Alguém tá precisando de um tronquinho ? 3 reais cada...
Eu quase ía me esquecendo...coral tem também (e tem muito)!!!!
Alguém curte?Lá custa menos de 5 reais cada um...
E jabutí?

Aquí vemos peixes sendo vendidos em bacia (no chão) - essa foto é de uma pequena feira de rua em Cantão - na antiga China Comunista.A partir de agora vamos dar uma olhadela por cá e depois voltaremos à Tung Shoi Street.

Bonitinhos né? O pessoal por lá os acha mais bonitos na panela.... (Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - China Comunista (ex)
Inacreditável - não acham - (Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista )
Sem palavras...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista )
menos palavras ainda....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista )
Rara beleza...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista )
Beleza rara...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista )
Vai um carpetinho aí?
Cada bacia abriga uma espécie de quelônio diferente....acreditam? (Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - China Comunista (ex)
Pois então vejam com seus próprios olhos...só não me perguntem quais são as espécies....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - China Comunista (ex)
Tem essas...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
e essas...
essas também...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
estou perdendo a conta....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
vocês estão contando?(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
eu não estou...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
...mas não mesmo...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
...olha a cor desses bichos...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Olha a cor desses bichos II...(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 

Quem gosta de salamandra?(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
O bicho é tão feio que fica até bonito....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Concordam?(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Ou não?(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
O pessoal lá parece que gosta....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Quem curte um Bonsai?(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Simplesmente lindo....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Como não gostar disso?(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
O Verde está em toda parte....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Dá uma olhada nisso....(Feira de Rua em Cantão - atual Guanghzou - ex China Comunista) 
Agora voltando para Hong Kon na Tung Shoi Street...como não poderia deixar de ser...para saber tanto, esse povo deve ler bastante, não é mesmo?
Se eu fosse lojista brasileiro eu copiaria essa idéia....
A criatividade muitas vezes agrega valor ao produto.
Olha essa bateria de plantas...
Olha o tamanho dessa mão (!)
Viu?
Viu mesmo?
Pena que a foto ficou embaçada.....
Pena que a foto ficou embaçada II...
Quem quer?
Será que os lojistas de lá sabem montar aquários plantados?
Será?
Será que lá tem peixe marinho bonito?
Será?
Será?
É bem provável...
Bem provável mesmo....
Difícil seria não ter...
O Eiti pelo menos, gostou...
Pensando bem....
Eu também gostei....
E como poderia não gostar...
Com tantas opções de escolha....
Mais plantas...para quem estava com saudades....
Tronquinho com musgos....
Quantidade razoável, não acham?
Será que o povo gosta de aquário plantado?
Pessoalmente, tive a impressão que sim....
Senão, não se dariam ao trabalho, não é mesmo?
E que trabalho...
E o mais impressionante de tudo é preço ...ampliem essa foto por exemplo...vão ver o número 14...significa 14 dólares de Hong Kong...cada dólar lá vale 21 centavos de real, ou seja, multiplicando-se 14 por 0,21 veremos que o preço dessa anúbia já no tronco é de 2,94 (dois reais e noventa e quatro centavos)...dá até vontade de virar contrabandista viu? (brincadeira....)
Vai um carpetinho aí?
Que tal esses?
Achei bem legais essas "ruínas" com musgos...

Bom Pessoal....Vou ficando por aquí fazendo votos que tenham gostado da matéria...Em breve estaremos postando outros artigos interessantes sobre diversos assuntos e novidades que encontramos em nossas viagens.